No ataque: líder gayzista repreende cristãos

É preciso esclarecer: a estratégia gay não é uma estratégia de defesa. É de ataque às instituições que formaram a sociedade brasileira. Não é uma ditadura silenciar padres e pastores em seus púlpitos, como querem os ativistas como Toni Reis?

O líder gay e dirigente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGT), Toni Reis, publicou na semana que passou um artigo num site chamado Mix Brasil, voltado para a comunidade que ele representa. No artigo, Toni Reis concentra-se no argumento de sempre, o de que os homossexuais são vítimas de uma sociedade baseada no preconceito contra eles e, por isso, os gays devem ser protegidos pelo Estado. Tudo deve mudar: os gays precisam ter direitos iguais aos dos negros nem que para isso seja preciso transformar todas as leis do país, desde a Lei de Execuções Penais até a Constituição Federal, passando pelos códigos Civil e Penal. Na cabeça dos ativistas gays, além disso, está uma obsessão: a criminalização de qualquer ação qualificada de “homofóbica”.

O texto assinado por Toni Reis, no entanto, traz uma novidade: desta vez ele usa também argumentos bíblicos contra os supostos cristãos homofóbicos. Para ele, o pecador não é o homossexual e sim quem acusa o homossexual de pecar. Puros são eles e não os que exortam os gays a abandonar o comportanto pecaminoso. Antes de confrontar Toni Reis com os erros de sua argumentação, é preciso lembrar uma coisa: assim como o Deus da Bíblia, os cristãos não odeiam os pecadores. Eles sentem repugnância é pelo pecado. E isso faz toda a diferença na hora de um debate com a comunidade GLBT, por exemplo.

Quando pastores evangélicos ou padres católicos repreendem os homossexuais, eles não estão discriminando as pessoas que sentem atração pelo mesmo sexo. Eles estão chamando a atenção delas para o pecado que elas cometem ao afrontar as leis de Deus. Cristo, aliás, tem horror ao sexo praticado fora do casamento, seja o sexo realizado por heteros ou homossexuais. Todos, adúlteros e homossexuais, são chamados de “perversos” por Paulo na carta aos Coríntios (ICor6:9). Não existe, portanto, qualquer motivação para o cristão diante de um gay que não seja a de exortá-lo a afastar-se do pecado, convertendo-se a Cristo e abandonando as trevas.
Dito isso, vamos aos argumentos de Toni Reis. Ele cita Atos (10:34) e Tiago (2:1) para defender a ideia de que os cristãos, ao repreender os gays, estariam discriminando-os. O versículo diz “Meus irmãos, como crentes em nosso glorioso Senhor Jesus Cristo, não façam diferença entre as pessoas, tratando-as com favoritismo (NVI)”. Acontece que, ao opor-se aos homossexuais, os cristãos e seus líderes eclesiásticos não estão distinguindo-os de outras pessoas porque, como visto acima, o que está sob exame não é o homem gay e sim o pecado que ele comete ao se deitar com outro homem. Aliás, adúlteros heterossexuais devem receber a mesma orientação: a de arrependerem-se do pecado e voltarem-se suas vidas na direção de Cristo.

O foco do cristão, em oposição aos homossexuais, é apontar o dedo para o pecado praticado e não para o pecador. Jesus veio para mostrar ao homem o pecado dele, homem. Acaso não foi isso o que Ele fez ao dissipar a multidão que queria apedrejar a mulher adúltera? Toni Reis tem razão: ninguém deve mesmo discriminar as pessoas seja por qual motivo for. Mas ele, entretanto, não tem cultura bíblica para saber que os cristãos estão alertando o pecador de que a prática do pecado trará as piores consequências para ele pois o comportamento errado é um ato de indisciplina e de desobediência a Deus. E os que têm intimidade com a Bíblia sabem o que está reservado a estas pessoas quando Cristo vier julgar a todos. Ao se opor ao modo de vida homossexual, os cristãos agem com o amor devido aos pecadores. Não discriminando-os. Se alguém o faz é porque não é cristão de verdade.

A “repreensão” de Toni Reis, quando aponta para uma suposta acepção de pessoas, é absurda. Ele simplesmente não sabe sobre o que está falando. Seria melhor para ele, por isso, não dar uma de “pastor” e querer aplicar lições de moral bíblica sobre os que se opõem aos desejos de transformação da família brasileira numa família onde vale tudo. O que ocorre é que os críticos do modo de vida gay apenas não conseguem aceitar a ideia de que, por causa de um comportamento sexual, um grupo de pessoas possa ter mais direitos que outras ou mais direitos que o direito à liberdade de expressão e de religião. Toni Reis e outros líderes do movimento homossexual sabem que o argumento deles é inaceitável pela grande maioria dos brasileiros e por isso sua estratégia está em apelar para a vitimização do gay, reduzindo-o a um coitadinho que precisa da tutela do Estado contra sociedade heterossexual malvada.

Além disso, é sempre bom lembrar que, como “vítimas”, os ativistas homossexuais e sua militância, com toda a argumentação de igualdade de direitos, estão em pleno ataque, não na defesa. Eles não estão sendo atacados. É o contrário. Os cristãos que zelam pela família heterossexual é que estão defendendo-a dos ataques do movimento homossexual.

É preciso também esclarecer: a estratégia gay não é uma estratégia de defesa. É de ataque às instituições que formaram a sociedade brasileira.

Quem quer uma nova ordem jurídica baseada na proteção às diferenças de orientação sexual são eles, não os cristãos. Para que essa estratégia de ataque dê certo, é preciso martelar todos os dias, com o apoio indiscutível da mídia, que o Brasil vive uma onda de atentados contra os homossexuais. E para que as pessoas fiquem convencidas do que não existe, vale tudo. Desde forjar números falsos, fabricar estatísticas e apontar pesquisas favoráveis à estratégia sem que seja possível ter acesso aos dados ou ao menos avaliar o rigor com que elas computaram os dados. O próprio Toni Reis, em seu artigo, cita uma pesquisa que apoiaria a tese da homofobia mas não diz quem a realizou, quantas pessoas foram ouvidas, etc, etc.

O líder gay também afirma em seu artigo que o movimento homossexual não quer impor “uma ditadura gay” no Brasil. Mas como qualificar o objetivo de criminalizar qualquer expressão contra o homossexualismo taxando-a de homofóbica? Não é uma ditadura silenciar padres e pastores em seus púlpitos, como querem os ativistas como Toni Reis?

Antes de encerrá-lo, o autor do artigo recomenda que as Igrejas sejam mais tolerantes e acolham casais do mesmo sexo, realizem seus matrimônios e convivam com eles como irmãos em Cristo. Saiba Toni Reis que, qualquer Igreja que assim o fizer estará ela também em absoluta oposição a Deus. É preciso sim acolher os pecadores mas desde que eles se convertam e abandonem o pecado pois não é possível a comunhão entre as trevas e a luz.

Por fim, como deve fazer todo cristão, é preciso uma recomendação final ao próprio Toni Reis. Toni, abandone o homossexualismo, converta-se a Cristo e deixe Ele operar maravilhas na tua vida. Deixe de viver como escravo da carne e viva sob as bênçãos do Deus da Bíblia. Ele é Amor e trata bem os filhos da obediência.
***

“Muita diversão, tolerância e amor” com dinheiro público

Em menos de uma semana, o Ministério da Cultura liberou quase R$ 250 mil para o movimento homossexual em dois estados do Nordeste: Ceará e Pernambuco.

O primeiro será palco do sexto Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual, que acontece em Fortaleza entre os dias 3 e 9 de novembro. Este ano, foram liberados R$ 229 mil do Pronac (Programa Nacional de Apoio à Cultura) para o evento. Recursos desta fonte só são possíveis de se obter se os organizadores garantirem livre acesso ao público.

Em Pernambuco, o sociólogo Hemerson de Moura Silva, criador da Mostra de Cinema Itinerante sobre a Diversidade Sexual, ganhou R$ 15 mil de reforço em seu caixa da Funarte, órgão de apoio e fomento à arte vinculado ao Ministério da Cultura. As duas liberações, no total de R$ 244 mil, foram publicadas em junho no Diário Oficial da União (DOU). Segundo o site do festival cearense que enaltece o homossexualismo, ele “está consolidado como um dos mais importantes do Brasil” com público médio de mil pessoas.

Graças ao apoio do governo, o festival está sendo ampliado e chegando a outras cidades do país. Em Fortaleza, ele ocupa centros culturais da periferia e vai além do cinema com temática gay: peças de teatro são representadas gratuitamente para a população. “Muita diversão, tolerância e amor”, como dizem seus organizadores.

Ocupar espaços culturais e oferecer lazer sem custos para a população mais pobre fazem parte de um duplo objetivo do movimento gay: transmitir a ideia de que é bom e normal ser gay ao mesmo tempo em que acentua a noção de que os homossexuais são vítimas de uma sociedade homofóbica que os discrimina. E isso direcionado para pessoas de menor renda. Filmes, peças de teatro e literatura feita por homossexuais costumam ter um papel que vai muito além do entretenimento: é homossexualismo na veia do povo.

Do site Fé em Jesus.

Sandro Guidalli é jornalista.

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