Para não perder a memória

São decorridos 48 anos desde o dia 31 de março de 1964.

Naquele tempo, o Brasil vivia um claríssimo episódio da conhecida guerra revolucionária comunista, como sempre, apoiada pela falida URSS e seus satélites, por Cuba (na época já dominada pelo ditador Fidel Castro) e pela China. Não é necessário apresentar provas disto, pois os acontecimentos que antecederam a contra-revolução democrática são de domínio público e podem ser verificados em uma leitura dinâmica dos jornais daquele período.

Nesta época, ilustres personagens, que mais tarde advogaram a privatização das empresas estatais, recitavam versos de outras cartilhas, jurando (mas não por Deus) que as teorias marxistas definiriam os destinos do mundo. Eram muitos os teóricos da revolução e com suas idéias, elaboradas dentro dos preceitos da dialética marxista-leninista, fanatizaram milhares de pessoas, principalmente os mais jovens.

Mas o povo reagiu à onda revolucionária e as Forças Armadas, povo fardado, colocou-se contra aqueles que estavam prestes a tomar o poder, pois já tinham o governo.

De modo inacreditável, talvez pelo enorme apoio popular, foi feita uma contra-revolução sem mortes. Os comunistas desapareceram temporariamente (houve quem fugisse vestido de mulher), mas não se conformaram com a derrota e logo voltaram à carga, reiniciando a subversão das instituições, o terrorismo e a guerrilha. Agindo assim, impediram um retorno mais breve do país à normalidade democrática, como aliás queria o General Castelo Branco.

Foram os comunistas novamente combatidos nas cidades, nas montanhas e nas matas. Desta vez, lamentavelmente, houve mortos. Claro que não morreram os grandes teóricos! Morreram aqueles que foram por eles fanatizados e um número semelhante de pessoas inocentes e agentes das forças anticomunistas.

Comparando os fatos aqui ocorridos com outras revoluções de inspiração comunista, é fácil ver que, no Brasil, as Forças Armadas agiram na hora certa e de modo “cirúrgico”. Tivesse uma guerrilha de Registro ou do Araguaia crescido em tamanho, viraria um “Sendero Luminoso” brasileiro (30.000 mortos no Peru), ou uma FARC (quase tomaram o poder na Colômbia, aliadas ao narcotráfico, sequestrando e assassinando muitos milhares de inocentes). Isto sem falar na trágica experiência chinesa (30 milhões de mortos só no “grande salto para a frente” do tirano Mao), na guerra civil na Somália (lá, a facção comunista, apoiada por uma brigada blindada cubana massacrou seus adversários, implantando um regime que levou o país à miséria – 300.000 mortos), ou no genocídio executado por Pol Pot e seus bandidos do Khmer Vermelho no Camboja  (2.000.000 de mortos).

Aqui, os fanáticos e seus inspiradores diziam estar combatendo a ditadura militar, que em uma década tirava o Brasil da incômoda posição de 50a economia mundial, colocando-o no 7o lugar. E isto foi feito desenvolvendo-se a indústria nacional e criando empregos.

Nada semelhante em matéria econômica foi conseguido até o presente momento, mas os fanáticos, obstinadamente, não reconhecem nisto qualquer mérito.

Por isto, não podemos esquecer do seguinte:

– O Movimento Democrático de 31 de Março de 1964 foi uma contra-revolução.

– Os comunistas não estiveram combatendo a ditadura militar com suas ações terroristas e suas guerrilhas. Estiveram, isto sim, tentando implantar no Brasil uma ditadura marxista-leninista semelhante à que havia na extinta URSS e que existe até hoje em Cuba, na China e na Coréia do Norte. Eles foram combatidos pelas Forças Armadas, pela Polícia Federal, pelas Polícias Militares e Polícias Civis, com apoio do povo, mas as mortes aqui havidas foram mínimas, se comparadas às ocorridas em outros países, ocasionadas por revoluções de inspiração comunista.

– O Brasil teve um incrível surto de desenvolvimento durante os governos militares, como nunca se viu antes, nem depois, neste país. E todos eram felizes!

 

– BRASIL ACIMA DE TUDO –                                  

Anônimo

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One Comment to “Para não perder a memória”

  1. Excelente abordagem sobre o tema. Mostra uma outra alternativa de interpretação, que difere das que estão atualmente nos livros didáticos. Principalmente em um momento em que os “guerrilheiros democratas” de outrora se mostram como os mensaleiros corruptos de hoje.

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